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Política

Bolsonaro deve escolher entre Patriota e PRTB para disputar eleições em 2022

Presidente define nos próximos dias a sigla pela qual irá concorrer em 2022

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Com informações do Jornal Diário do Povo

O presidente Jair Bolsonaro deve anunciar nos próximos dias o seu destino partidário. As movimentações se intensificaram em Brasília nas últimas semanas. Inicialmente, estava certa a sua filiação ao Patriota, porém, novas negociações com outras siglas podem mudar os ventos que levarão Bolsonaro à sigla partidária pela qual concorrerá em 2022.

O presidente do Patriota, Adilson Barroso, já dava como certa a filiação do presidente. Em algumas conversas por telefone, ele informou nos últimos dias que entregaria o comando dos diretórios estaduais a nomes indicados por Bolsonaro, uma das exigências para que o presidente da República migrasse para a sigla. Mas o destino partidário do presidente ainda é incerto.

Outra sigla que estava no radar de Bolsonaro era o PMB, comandado por Suêd Haidar. Ela teria mantido diálogos no Planalto, mas as negociações não vingaram. Patriota e PMB podem assistir Jair Bolsonaro assinar a ficha de filiação no PRTB, partido que abrigou o general Hamilton Mourão como vice do presidente na chapa de 2018. Hoje, o partido está sob o comando da família de Levy Fidelix, após sua morte, vítima de covid-19 no mês passado.

Para isso, segundo o site O Antagonista, o PRTB deve mudar o estatuto e o nome: passa a se chamar Aliança – numa referência ao Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro tentou criar, mas não conseguiu.

Conservador, pequeno e disponível. Como Jair Bolsonaro costuma falar, a “noiva” perfeita. O PRTB não elegeu nenhum deputado federal em 2018. Nas eleições de 2020 para prefeito e vereador, o partido abriu mão do fundo eleitoral.

Até 2019, o PRTB recebia menos de R$ 400 mil a título de Fundo Partidário. Um dos menores valores. Em 2021, o partido não recebeu os repasses.

Se decidir pela filiação ao PRTB, Bolsonaro enfrenta o desafio de construir uma aliança robusta com um partido maior que indique a vice e garanta recursos e tempo de televisão para sua reeleição. Outra opção é tentar repetir o feito de 2018, quando o presidente, no primeiro turno, tinha menos de 30% de televisão e pouquíssima verba disponível pelo PSL. 

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