19/04/2017 - 11:21

Wellington diz que nunca usou recursos de campanha para enriquece

Dias disse que já trabalhou com apoio oficial de pessoa jurídica nas suas campanhas.

Autor: Marcelo Rocha

O governador Wellington Dias (PT) considera que o seu nome não aparece na lista do Grupo Odebrecht dos políticos que recebem recursos ilícitos para as campanhas eleitorais e após as campanhas, porque a vida inteira procurou seguir os ensinamentos dos pais de buscar sempre trabalhar sempre de forma correta dentro da lei.

Foto/Thiago Amaral 

Wellington Dias disse que já trabalhou com apoio oficial de pessoa jurídica nas suas campanhas eleitorais. Porém, ninguém pode dizer que ele utilizou os recursos que eram para a campanha eleitoral ou da área pública para enriquecimento pessoal.

Para Wellington, o Brasil está um país estranho agora. Antes quem seguia dentro da lei podia ficar tranquilo. Hoje, nem sempre é assim. E por essa questão é que Dias considera que não se pode fazer, antecipadamente, um pré-julgamento de quem está com o nome na lista da Odebrecht. Para o governador Wellington Dias, um ponto que está claramente marcado na Constituição deve ser preservado. O direito à ampla defesa. 

“Os processos possam correr doa a quem doer. Tanto faz ser do meu partido, como de qualquer outro partido. Cometeu crime vai ter que pagar. Mas é preciso comprovar este crime. O que eu tenho pedido a Deus e a minha equipe é que a gente possa trabalhar com todo zelo no cumprimento da Lei. Fazer com que as coisas sejam feitas dentro da legalidade”, falou Wellington.

O governador petista afirmou que tanto ele como o seu partido defende a ética e o combate à corrupção. E isso tem que ser feito dentro da lei. Para ele, “nas faz sentido se ver a espetacularização da vida de pessoa”. Ele considera que a política nesse momento é um ambiente muito perigoso.

“A gente precisa ter muito cuidado com a condenação prévia. No Brasil, primeiro descobrimos o criminoso. Aí depois é que se vai atrás de qual é o crime. Isso é uma maluquice total”, afirmou. 


Fonte: Diário do Povo